Confira 6 investimentos atrelados à inflação para se proteger da alta do IPCA

A alta dos preços corrói o poder de compra caso não haja aplicação em investimentos atrelados à inflação. Veja as 6 melhores opções!
Investimentos atrelados à inflação
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Você sabe, de fato, o que a alta dos preços implica na sua vida de investidor? Quando as coisas ficam caras demais, o dinheiro vale menos e o poder de compra diminui. Para evitar essa tragédia, é preciso aplicar em investimentos atrelados à inflação.

Provavelmente, a palavra “inflação” possui uma conotação negativa para maioria das pessoas, ainda que muitos não saibam o que ela representa e como ela funciona. No mercado financeiro, é essencial compreender os impactos que esse efeito traz para carteira e como lidar com esse movimento natural da economia. 

Leia o artigo para compreender quais as consequências a alta dos preços traz para seu bolso e veja os melhores investimentos atrelados à inflação para se aplicar e não perder dinheiro!

Índice

O que é inflação?

A inflação é a alta generalizada e contínua nos preços de tudo que a gente consome de bens e serviços dentro de uma economia. Ela não atinge somente um setor, mas aumenta o custo de quase todas as coisas.

Mas é normal que a inflação aumente dentro de uma meta planejada. O problema acontece quando ela ultrapassa esse percentual traçado.

Para cada ano, o Banco Central estabelece uma meta de inflação e ajusta a Taxa Selic para alcançar essa meta. 

Neste ano, a meta de inflação é de 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Dessa forma, o teto da inflação em 2021 fica em 5,25%.

Contudo, o Banco Central já estima que a inflação neste ano estoure o teto e chegue a 7,11%. Isso significa, portanto, que esse aumento de preços está num nível prejudicial à economia.  

A consequência imediata desse aumento é a diminuição do poder de compra. Com a elevação dos preços, o dinheiro vale menos e você compra as mesmas coisas por uma quantidade maior de dinheiro. 

“Ao passado, tira-se o chapéu”

Para ilustrar: você se lembra do remoto tempo em que 10 pãezinhos custavam R$ 1? Isso já não é mais possível porque a inflação aumentou. Agora, para comprar essa mesma quantidade é preciso de mais dinheiro. Ou seja, aquele R$ 1 de antigamente, vale bem menos hoje, pois compra menos coisas.

Mas nem precisamos ir a um tempo tão distante assim. Quando vamos ao supermercado e compramos os produtos de uma cesta básica por R$ 100 e, no mês seguinte, esses mesmos produtos custam R$ 105, podemos dizer que a inflação subiu 5% de um mês para o outro. 

Cesta de supermercado com moedas no período de inflação. Investimentos atrelados à inflação.

 

A inflação é a alta generalizada de todos os preços, quando ela estoura o teto previsto, prejudica a economia e diminui o poder de compra (Foto: Maxx-Studio / Shutterstock).

Mas qual o efeito da inflação nos investimentos?

A inflação é tão importante para a economia que devemos levá-la em consideração em todos os rendimentos dos seus investimentos. É preciso verificar se a inflação é superior ao percentual de ganhos.

Imaginemos que você quer comprar um tênis que custa R$ 100. Porém, ao invés de comprá-lo, você investe esse valor numa aplicação durante 1 ano. Depois desse período, houve um rendimento de 50% e seu dinheiro se transformou em R$ 150.

Quando você voltou para comprar o tênis, viu que ele passou a custar R$ 130. Então você ganhou R$ 50 na aplicação, porém comprou um tênis R$ 30 mais caro devido à inflação que subiu.

Há uma fórmula matemática que subtrai a inflação, as taxas e impostos para obter com precisão os lucros de uma operação. Aplicando-a no exemplo acima vemos que o rendimento verdadeiro foi de 15,38%.

Portanto, o que, de fato, aumenta seu patrimônio é o ganho que supera a inflação. Assim sendo, deve-se ter em mente que quanto maior a inflação, menor tende a ser o retorno real dos seus rendimentos.

O cálculo usado para medir o seu ganho verdadeiro com um investimento é o da rentabilidade real.

Veja mais em:
Rentabilidade real dos investimentos: aprenda o que é e como calcular

Como se proteger do impacto da inflação nos investimentos?

Como você viu, para que um investimento não sofra com inflação, é necessário que o rendimento dele seja superior ao aumento dos preços. 

Dessa forma, você deve buscar investimentos atrelados à inflação. Para isso acontecer, suas aplicações financeiras têm de ter resultados acima do IPCA, que é o principal indexador inflacionário. 

O que é IPCA?

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) é o principal indicador de aumento de preços do nosso país. Existem outros, como o IGP-M; mas o IPCA é o indexador adotado oficialmente pelo Banco Central e é calculado pelo IBGE.

Quando dizem “o IPCA ficou em 0,4% ante o mês anterior”, significa que a inflação subiu 0,4%.

Nesse sentido, o investidor fica com a carteira mais protegida quando investe em ativos que oferecem retornos reais, isto é, com rentabilidade acima do IPCA.

Esses ativos estão tanto na renda fixa quanto na renda variável. Veja agora as principais opções.

Cofrinho de vidro transparente em formato de porco com moedas acabando por causa da inflação. Investimentos atrelados à inflação

 

Caso um ativo tenha rendimento inferior à inflação, sua a rentabilidade real será negativa (Foto: Maxx-Studio / Shutterstock).

Investimentos atrelados à inflação

1. Tesouro IPCA+

Esse papel é um título público ofertado pelo Tesouro Direto. É uma das aplicações mais seguras do mercado porque, na prática, é o mesmo que emprestar dinheiro para o governo.

Sua remuneração é híbrida. Isso quer dizer que a negociação do retorno do investimento ocorre tanto de modo pré-fixado quanto de modo pós-fixado. 

Uma rentabilidade pré-fixada é definida antes mesmo da aplicação acontecer. Já uma rentabilidade pós-fixada acompanha a porcentagem de um indexador. No caso do Tesouro IPCA+ esse indexador é o próprio IPCA.

Assim, vemos títulos como, por exemplo, o Título Tesouro IPCA+ 2026, que oferece IPCA + 4,69% como rentabilidade anual. Nesse caso, a sua aplicação crescerá, de modo fixo, 4,69% ao ano. E, além disso, haverá uma remuneração variável que acompanhará a porcentagem do IPCA.

Suponhamos que a inflação média de 2021 a 2026 seja de 5%. Um investimento no título supracitado renderia o total de 9,69% (5% de IPCA + 4,69% fixos = 9,69% de rentabilidade total). 

Além do Tesouro IPCA+ 2026, existem outras opções oferecidas pelo Tesouro Direto nessa modalidade de investimento: 

Fonte: Tesouro Direto (Agosto/21)

Há ainda duas maneiras de receber os rendimentos do Tesouro IPCA+. A remuneração pode ser feita no vencimento do título ou semestralmente.

A remuneração semestral é indicada apenas para pessoas que buscam complemento para aposentadoria ou renda extra. Quando se escolhe essa opção, muitos dos juros deixam de ser recebidos. Então para aqueles que estão em atividade produtiva, em fase acumulação de patrimônio, o ideal é optar pelo recebimento no vencimento. 

Tributação do Tesouro IPCA+

Os títulos do Tesouro IPCA+ seguem a tabela regressiva do Imposto de Renda e têm a alíquota quitada no momento em que se recebe o dinheiro de volta:

Dessa maneira, quanto mais tempo você deixar seu dinheiro investido, menor quantidade de imposto você pagará. 

Vale ressaltar que quando se escolhe o pagamento semestral, haverá incidência do Imposto de Renda todos os semestres. De modo que as primeiras alíquotas serão maiores até chegar à mínima, de 15%.

Já quem opta pelo recebimento dos juros no vencimento do título, pagará sempre alíquota mínima de 15%, pois todos os títulos do tipo Tesouro IPCA+ têm vencimentos a partir de 3 anos.

Há ainda a cobrança da taxa de custódia da B3, que é de 0,25% ao ano em 2021. Fora isso, existe a incidência do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) caso o resgate ocorra nos primeiros 30 dias de aplicação.

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2. LCI e LCA

Outra alternativa dentro da renda fixa para proteger seu investimento da inflação são as LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio).

São títulos de crédito que instituições financeiras emitem para financiar atividades do setor imobiliário e do agronegócio.

Um incentivo desses ativos é a isenção de Imposto de Renda. O governo considera os setores imobiliário e agronegócio como estratégicos para o crescimento do país. Visando incentivar o desenvolvimento nacional, o Estado deixa essas letras longe da mordida do leão. 

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Mais comumente, as Letras de Crédito pagam um valor pós-fixado da taxa CDI. Contudo, também existem produtos que são indexados ao IPCA.

É preciso atentar-se à liquidez das LCIs e LCAs. Elas só podem ser resgatadas após um período mínimo de 90 dias de aplicação. Isso quer dizer que você não pode sacar o dinheiro a qualquer momento. Existem ainda aquelas que, após essa noventena, oferecem uma liquidez diária. Ademais de outras que só permitem o resgate após o vencimento. Esses detalhes estão nas descrições dos produtos na sua corretora para fins de verificação. 

O risco desse ativo é maior do que o oferecido por um título público, pois o empréstimo é feito a uma instituição privada. Entretanto, as LCIs e LCAs são seguradas pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito), que cobre perdas de até R$ 250 mil por CPF ligado à instituição.  

Moedas flutuando com balão com cifrão representando inflação e investimentos atrelados a inflação

 

É preciso buscar investimentos atrelados ao IPCA para evitar perdas com a inflação. (Foto: Hoowy / Shutterstock)

3. CRI e CRA

CRIs e CRAs são certificados de recebíveis, do setor imobiliário e do agronegócio, respectivamente. 

Também são produtos de renda fixa e funcionam de modo similar às LCIs e LCAs. A diferença é que as securitizadoras que emitem os CRIs e CRAs, não os bancos. Securitizadoras são empresas que compram e transformam em títulos as dívidas de clientes de outras empresas.

A rentabilidade desses certificados pode ser pré ou pós-fixada, atreladas à Selic, ao CDI ou à inflação. 

Quando atrelados à inflação, a rentabilidade é mista, assim como no Tesouro IPCA+. Logo, há parcelas mínimas de juros anuais que são somadas a uma variação da inflação, medida pelo IPCA ou pelo IGP-M. 

Apresentam baixa liquidez, por isso são melhores aproveitados para estratégias de longo prazo onde o dinheiro só será retirado no vencimento acordado. Tanto o CRI quanto o CRA frequentemente possuem vencimentos longos, que podem chegar a 15 anos. 

O valor mínimo para investir nesses ativos está entre 5 e 20 mil, mas é possível encontrar alguns títulos que custam R$ 1 mil. 

Em concordância com às LCIs e LCAs novamente, os CRIs e CRAs contam com a isenção do Imposto de Renda e do IOF. Também não possuem taxa de administração, mas algumas corretoras podem cobrar taxas de custódia e/ou corretagem. 

Por fim, é preciso frisar que essa categoria de produto não é segurada pelo FGC, o que faz com que os riscos com a aplicação sejam um pouco maiores. Por isso, um jeito de manter a cautela é analisar a securitizadora que está oferecendo o título. 

 4. Fundos de Renda Fixa

Os fundos de investimento possuem uma modalidade em que a cesta é composta por produtos de renda fixa, para buscar diversificação e segurança. 

Para entrar nessa categoria, eles precisam ter, ao menos, 80% de sua carteira investida em renda fixa. 

O funcionamento é o mesmo dos fundos de renda variável. Os investidores compram cotas e um gestor investe o dinheiro em ativos seguindo a política do fundo. Depois, os rendimentos e taxas são distribuídos entre os cotistas e são divulgados relatórios mensais com a performance obtida. 

Além disso, há um benchmark de referência para que o investidor possa medir se a sua aplicação está indo bem ou mal. Normalmente, esse benchmark é o CDI ou o IPCA. 

A alta diversificação, a praticidade e a gestão profissional são algumas das vantagens que se ganham quando se investe nesse tipo de ativo. 

Tributação de fundos de renda fixa

Já como desvantagens há a cobrança de Imposto de Renda, do come-cotas e do IOF. Além da falta de cobertura do FGC. 

Ainda sobre o Imposto de Renda, há uma distinção nas alíquotas que o governo cobra conforme o prazo dos títulos e regime de tributação dos ativos da carteira. De modo que os fundos se dividem em fundos de longo prazo e fundos de curto prazo.

Fundos de longo prazo possuem títulos com prazo médio superior a 365 dias e seguem a tabela de tributação de renda fixa tradicional que vimos anteriormente na seção sobre o IPCA+.

Os de curto prazo, por sua vez, têm o abatimento diferenciado:



É necessário saber dessa diferença porque os fundos de renda fixa podem ser tanto de curto quanto de longo prazo.

De modo geral, apesar da composição da cesta ser mais conservadora e segura, eles ainda são fundos e, por isso, apresentam riscos dessa categoria de ativo, ainda que em menor escala. 

Leia também:
“A renda fixa no Brasil está simplesmente começando” – Ricardo Bicudo, especialista da Journey Capital.

Moedas em uma balança de madeira representando investimentos atrelados a inflação

 

 É importante proteger os investimentos da inflação para preservar o poder de compra e os lucros obtidos com os rendimentos. (Foto: Andrey_Popov / Shutterstock).

5. Debêntures

Somando-se ao grupo de produtos de renda fixa, as debêntures são títulos que empresas privadas emitem para financiar seus projetos, pagar dívidas ou aumentar o seu capital. Em troca desse “empréstimo”, o investidor recebe juros. 

Esses ativos vêm chamando a atenção dos investidores por, geralmente, oferecerem rentabilidade maior que outros papéis de renda fixa. Só que é preciso lembrar-se sempre da máxima de que quanto maior a rentabilidade no mundo dos investimentos, maior será o risco. Além disso, esse produto não oferece o seguro do FGC. No lugar disso, cada título pode oferecer um tipo de garantia distinta (como ações da empresa em caso de descumprimento de pagamento).

A rentabilidade das debêntures também varia conforme as preferências das companhias que as lançam. Pode ser pré-fixada, pós-fixada ou híbrida. Usualmente, elas são híbridas e possuem uma parte fixa e outra atrelada a um indexador, como o IPCA.

Quando se trata do prazo, o vencimento das debêntures muda bastante de um título para o outro, podendo ir de alguns meses até mais de 10 anos. 

Já em termos de tributação, as debêntures também seguem a tabela regressiva tradicional para investimentos em renda fixa. Porém, existem também as debêntures incentivadas, que são aquelas que não pagam Imposto de Renda. O governo dá a elas a isenção devido ao financiamento de projetos de infraestrutura que beneficiarão à economia. 

6. ETFs de renda fixa

ETF é a sigla para Exchange Traded Fund. Nada mais são do que fundos de investimento que replicam de índices do mercado. 

A principal vantagem desse produto é ter uma vasta diversificação na carteira através de uma única aplicação. Isso porque as cestas de ativos dos ETFs possuem bastante variação. 

O BRAX11, por exemplo, tem em seu portfólio as 100 ações mais negociadas da B3, pois replica o índice IBrX-100. O IVVB11 reproduz o índice S&P 500 e, portanto, tem em sua cesta as 500 melhores ações dos EUA; e assim por diante.

Esse tipo de fundo é um gerador de renda passiva. Isso implica a ausência de um gestor na tomada de decisões: os ativos são dispostos na cesta e os cotistas acompanham o desempenho, seja ele negativo ou positivo.  

Quando se trata de ETFs de renda fixa, a cesta é composta por títulos públicos e privados; pré-fixados, pós-fixados e/ou híbridos atrelados a indicadores inflacionários, como o IPCA.

Os ETFs são atrativos por serem mais simples que os fundos de investimento tradicionais e terem taxas mais baratas. O Imposto de Renda, por exemplo, é de 15% sobre lucro, independentemente do prazo da aplicação. Além disso, não há incidência do come-cotas. 

Em contrapartida, os fundos de índice não têm garantia do FGC, a oscilação de preços é mais aparente devido à alta variedade da carteira e é necessário declarar o Imposto de Renda porque ele não é retido na fonte. 

Leia também:
ETF: “A gente tem um potencial inexplorado no Brasil” – Isabela Cassilha, especialista da Passer Investimentos.

 

O que, de fato, aumenta seu patrimônio é o ganho que supera a inflação. (Foto: Andrey_Popov / Shutterstock).

Quando aplicar em investimentos atrelados à inflação?

No cenário atual, você já deve ter percebido que o dinheiro está comprando cada vez menos. Uma rápida visita ao supermercado ou ao posto de gasolina nos mostra na prática o crescimento inflacionário do país. 

As declarações otimistas do ministro da Economia, Paulo Guedes, dividem opiniões de especialistas do mercado que analisam o impacto da alta generalizada dos preços num possível cenário instável para economia. 

Em meio às discussões, há uma certeza: a porcentagem do IPCA está crescendo. Frente a isso, devemos nos proteger do efeito corrosivo que a inflação tem sobre o poder de compra. 

Aplicar em investimentos atrelados à inflação em meio a alta é uma maneira de preservar poder de compra e também de adquirir rentabilidade devido ao aumento percentual do IPCA.

Como não é fácil deduzir o caminho que o IPCA irá traçar a longo prazo e quais efeitos isso trará para o mercado, o ideal é se garantir superando a alta. Isso pode ser feito quando pegamos carona com o IPCA através de investimentos atrelados à inflação. 

É importante diversificar os investimentos atrelados à inflação

Como você viu na nossa lista, os investimentos atrelados à inflação apresentam diversas variáveis analisáveis. A rentabilidade, vencimentos, liquidez, impostos e riscos desses títulos diferem uns dos outros. Isso pode causar confusão, mas o melhor a ser feito é encarar tudo isso em busca de uma carteira diversificada

A diversificação de investimentos reduz os riscos das aplicações, pois você não coloca todo seu capital numa coisa só e pode surfar em diferentes cenários de rentabilidade que independem entre si. 

Para ter diversificação na carteira é preciso administrar vários produtos ao mesmo tempo. Parece trabalhoso, não é mesmo? Foi pensando nisso que o Gorila surgiu com a solução para esse problema.

 

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*Texto escrito sob supervisão de Álvara Bianca

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