“A renda fixa no Brasil está simplesmente começando” – Ricardo Bicudo

Confira os destaques da live “Perspectivas de crédito privado no Brasil”, onde Ricardo Bicudo abre nossos olhos para novas oportunidades em renda fixa.
Ricardo Bicudo
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“A renda fixa no Brasil não morreu, ela está simplesmente começando”, afirmou Ricardo Bicudo, da Journey Capital. A declaração aconteceu durante a live do Gorila sobre as perspectivas de crédito privado no Brasil.

Com mais de 20 anos de carreira, Bicudo foi Head de Sales e Head de Corporate Relationship no Banco Votorantim e atuou como executivo em São Paulo e Nova York para importantes bancos. Hoje atua como Managing Partner da Journey Capital, gestora de fundos de investimentos em renda fixa e crédito privado.

Batemos um papo com o especialista para entender melhor o que podemos esperar do mercado de crédito privado, uma das grandes apostas dos investimentos de renda fixa. Acompanhe os principais destaques!

A renda fixa não acabou

Ricardo Bicudo afirma que “quem morreu não foi a renda fixa, foi o CDI. CDI é renda fixa, mas nem toda renda fixa é CDI”. Segundo ele, a vida do investidor era muito simples quando a Taxa Selic proporcionava um juro elevadíssimo. Mas “o CDI como alternativa livre de riscos e retorno elevado morreu”, reitera. 

Durante a conversa, o especialista apontou quais fatores foram decisivos para a mudança nesse cenário. Mesmo que o CDI não seja mais uma boa opção, outros ativos de renda fixa são promissores. O crédito privado é um deles. 

A volatilidade entrou em cena

“O que acabou foi a renda fixa com retorno sem volatilidade”, destaca. O crédito privado é um ativo mais arriscado que a renda fixa tradicional de títulos públicos. Em relação a isso, Bicudo aconselha: “você tem de deixar uma porção de caixa para balancear a volatilidade do seu portfólio, isso é verdade para os seus investimentos de renda fixa e para os investimentos de renda variável”.

Ainda sobre os riscos, diz: “pode comprar hoje e amanhã cair de preço? Pode! Pode ter volatilidade? Nem só pode, vai ter. Mas eu acho que, se a pessoa dividir a carteira dela em papéis mais longos, papéis médios e papéis curtos, ela pode acabar fazendo uma alocação mais eficiente”.

“A curva brasileira está dando oportunidades impressionantes”

A declaração é feita apesar da alta na curva de juros no Brasil. Nosso convidado comenta que a subida se dá “porque há um risco, um risco fiscal, das reformas não andarem”.

No entanto, Bicudo analisa: “acho que o Brasil chegou numa situação que não vai ter jeito, vai ter que fazer reforma, porque a dívida está muito alta”. 

No decorrer do nosso bate-papo, o especialista destrinchou o cenário político brasileiro e, por meio da análise PIB e do Congresso, expôs os argumentos que sustentam suas convicções. 

O que esperar do futuro e onde apostar?

“Eu espero realmente que venham as reformas. Vindo as reformas, as curvas de juros deveriam baixar. Ou seja, se você quer fazer as apostas, têm de fazer agora. Apostas de alongar a duração da sua carteira e buscar riscos mais longos para quando abaixar você surfar nesses ganhos”, aponta Bicudo. 

Ainda durante nossa live, Ricardo Bicudo comentou, com exclusividade, sobre fundos de debêntures incentivadas e outros tipos de investimentos de renda fixa que a Journey Capital está de olho. 

Não perca a oportunidade de sair na frente quando for investir em créditos privados. Confira: 

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*Texto escrito sob supervisão de Álvara Bianca

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