Você sabe o que é o Índice ISE B3?

O Índice ISE B3 avalia a sustentabilidade das empresas listadas na bolsa, considerando as práticas ESG. Saiba tudo sobre o tema.
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Já ouviu falar no ISE B3? Graças a ele é possível medir o nível de sustentabilidade das empresas listadas na nossa bolsa de valores.

Se você toma decisões conscientes na hora de investir, está na hora de conhecer mais sobre o tema. Continue lendo o artigo para saber o que é o ISE B3, quais são seus critérios de seleção, as empresas que o compõe e muito mais!

O que é o ISE B3?

O Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE B3) é um indicador que mostra o desempenho das ações de empresas reconhecidamente comprometidas com a sustentabilidade empresarial. 

Ele é importante para investidores interessados em aplicar em companhias com boas práticas de ESG. A sigla vem do inglês e representa as estratégias de empresas que possuem uma agenda proativa nos âmbitos de environment, social e governance (meio ambiente, social e governança).

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O Índice ISE foi criado em 2005 pela B3 e foi um dos pioneiros globais para medir a eficiência corporativa no que diz respeito à sustentabilidade. Vale lembrar que a seleção feita para escolher as empresas que compõem a sua carteira é minuciosa e feita conforme o setor da companhia. Difere-se das notas de rating, que fazem as mesmas perguntas para todas as empresas, por exemplo. 

Quais são os critérios para entrar no ISE B3?

Em 2021 a metodologia do ISE B3 foi reformulada e adotou questionários específicos para diferentes setores. São avaliadas, por exemplo, as práticas trabalhistas e ética nos negócios até o gerenciamento de resíduos, água e efluentes líquidos. Além de minúcias como práticas de vendas e rotulagem de produtos, ou ainda, design de produto e gestão de ciclo de vendas. 

Das 200 empresas mais líquidas listadas na B3, cerca de 35% aderem ao índice. No último processo de inscrição, feito em 2021, 71 companhias se inscreveram e 46 foram aprovadas. 

Além disso, a partir deste ano, todas as pontuações das empresas que foram avaliadas serão de conhecimento público, mesmo se a companhia não entrar na carteira. 

Quais empresas compõem o ISE B3?

A carteira do Índice ISE B3 é revisada duas vezes ao ano, em maio e em setembro. Sendo assim, é preciso se atentar às datas para saber as empresas que saíram e as que entraram.

Você pode conferir todas as companhias listadas no índice e suas respectivas participações acessando o site da B3.

Antes da reformulação de 2021, as empresas com maior valor de mercado tinham maior peso no índice. Agora, o maior peso é dado às empresas que possuem maior pontuação no score ISE B3.

Em janeiro, ocupavam as dez primeiras posições do ranking a EDP Energias do Brasil (ENBR3), Lojas Renner (LREN3), Telefônica do Brasil (TLNC34), CPFL Energias (CPFE3), Natura&Co (NTCO3), Klabin (KLBN4), Itaú Unibanco Holding (KLBN4), Ambipar (AMBP3), Suzano (SUZB3) e Engie (ENGI3). 


ISE x IBOV

O Índice Ibovespa – IBOV – é o principal indicador de desempenho de ações negociadas na B3. Ele é avaliado a cada quatro meses e seu resultado vêm da média de performance das ações mais negociadas na Bolsa. 

No ano passado, na vigência da metodologia antiga do ISE B3, a comparação entre esses dois indicadores mostrou resultados interessantes. 

Desde que foi criado até 2021, o ISE teve valorização de 315%, enquanto o IBOV cresceu 273%. Já quando se trata de volatilidade, o índice de sustentabilidade marcou 25,62%, contra 28,10% do principal indicador da B3.

Agora, com a nova metodologia que começou a vigorar em janeiro de 2022, nos resta continuar observando para ver se o ISE continuará levando a melhor. 

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Índice ISE B3 e o ESG

Aqui no Brasil a temática ESG é relativamente nova, mas ela não para de crescer. Vemos cada vez mais conteúdos e notícias sobre o assunto. E o mais importante: os investidores estão mais preocupados com o tema. 

Já ficou claro que políticas ESG não são nenhum tipo de frescura. Os recursos são, em sua maioria, mais ou menos escassos e as empresas precisam se adaptar para continuarem sobrevivendo por muitos anos.

Otimização de processos, redução de custos e políticas sociais se mostram cada vez mais como necessárias. Especialistas apontam que as empresas que não estão incorporando esses fatores hoje, terão dificuldades futuras no mercado. 

A temática ESG começou a fazer barulho aqui com depois da pandemia da Covid-19. Mas, na Europa, esse mercado está mais maduro.

O Gorila conversou sobre ESG no Brasil com Mariana Sang e Bárbara Barroso, diretora e analista de Investimentos Sustentáveis e de Impacto do BTG Pactual, respectivamente. Assista ao bate-papo na íntegra: 

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