Small Caps: As ações de grande potencial e pouco conhecidas

Small Caps, as empresas de baixa capitalização. Saiba como funcionam, entenda o seu potencial de valorização e os riscos embutidos.
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Atualizado em 29 de novembro de 2021

As ações de pequenas e médias empresas podem apresentar grande potencial de retorno. Mas e quanto ao risco e à liquidez? Confira mais sobre as Small Caps a seguir! 

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O que são Small Caps?

Small Caps são as empresas de tamanho médio listadas na Bolsa de Valores.

Não há um consenso até que valor de capitalização uma empresa é considerada small cap, alguns consideram até no máximo R$ 2 bilhões outros até R$ 6 bilhões. 

Talvez esses valores pareçam exagerados para classificar como empresa de baixa capitalização. Mas basta comparar com as companhias mais tradicionais para compreender essa distinção. Por exemplo a Ambev tinha valor de mercado próximo a R$ 270 bilhões em novembro de 2021. 

Muitas vezes essas empresas menores são ignoradas pelo grande público, o que pode ser uma excelente oportunidade para os investidores antenados.

Algumas empresas que hoje têm valor de mercado bilionário, um dia já foram Small Caps. Um caso recente é o da Magazine Luiza, cujos papéis passaram de R$9,80 em janeiro de 2018 para mais de R$85,00 em julho de 2020.

No pregão do dia 23 de novembro de 2021, a ação fechou cotada a R$ 8,60, lembrando que o ticker já passou por dois desdobramentos: o primeiro em agosto de 2019, na proporção de 1 para 8, e outro em outubro de 2020, na proporção de 1 para 4. 

Leia também: Como funciona o desdobramento de ações

Risco x Retorno

É conhecido que investimentos em ações são arriscados, mas apresentam grande potencial de rendimento. Com as small caps, isso é especialmente verdadeiro.

Isso porque existe um alto potencial de valorização, mas também apresentam maior risco e volatilidade, além de menor liquidez.

Para investir em small caps, deve-se estar atento aos seguintes fatores:

– Liquidez: Essas ações muitas vezes têm baixo volume de negociação e o investidor pode ter dificuldade para se desfazer do ativo.

– Análise: Por serem nomes novos na Bolsa de Valores, nem todas as casas de research acompanham os fundamentos da empresa e a quantidade de informação pode ser reduzida.


– Precificação: Muitas vezes os modelos de precificação ainda não estão completamente compatíveis com a operação real da empresa, podendo gerar volatilidade de mercado exagerada.


– Incerteza: Por não serem empresas tão sólidas e estabelecidas, podem ter um negócio mais frágil e sofrer maior risco de falência.


– Gestão: Como as small caps costumam ser novas no mercado, é difícil ter clareza da qualidade da sua gestão, nem sempre o acesso é fácil e há pouca cobertura da imprensa.

SMLL: Índice Small Cap

Uma referência é o Índice Small Cap (SMLL), criado nos anos 2000 e divulgado diariamente pela B3. Assim como o IBOV, o SMLL é uma carteira teórica, composta por cerca de 130 ações que são revisadas a cada quatro meses.

Confira os 5 nomes de maior peso no índice em novembro de 2021:

Fonte: B3

Caso não saiba qual ação escolher, você pode investir no ETF SMAL11, que replica a carteira teórica do SMLL, conseguindo assim exposição a um grande número de ativos deste segmento de maneira mais prática e segura.

Saiba mais: O que são ETFs

Análise histórica

E como foi a performance desse índice quando comparado com o Ibovespa nos últimos anos? Veja abaixo os retornos e a volatilidade de cada ativo.

Tabela comparativa entre os índices IBOV e SMLL


Valores anualizados e em %
Dados de análise: 24/11/2021

Fica nítido o potencial de retorno das small caps, apesar do risco considerável. Tenha claro que isso não é uma recomendação de investimento e performance passada não é um indicativo para o desempenho futuro.

Acompanhe sua rentabilidade 

Agora que você já sabe o que são small caps, já pode investir nesse segmento e acompanhar a rentabilidade da sua carteira pela plataforma do Gorila.

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