Tensão entre EUA e China derruba futuros de NY

Morning Call 17-01-22
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Morning Call 02-08-22

Brasil

Após recuar 0,91% e retomar o patamar dos 102 mil pontos no fechamento de ontem, puxado principalmente pela queda das commodities, o principal índice da bolsa brasileira seguia em baixa pela manhã diante da aversão ao risco dos investidores com o conflito de Taiwan. Além dos balanços domésticos do segundo trimestre, o mercado se atentará à publicação da produção industrial de junho, pelo IBGE, e se preparará para o início da reunião de política monetária do Copom.

Mercado

Após a TIM registrar queda de 58% no lucro do segundo trimestre, quando comparado ao mesmo período do ano passado, e sem incluir a aquisição da Oi Móvel, se preparam para divulgar seus balanços corporativos a Cielo (CIEL3), Copasa (CSMG3), Engie Brasil (EGIE3) e JSL (JSLG3). Ainda ontem, a SBF, dona da Centauro, reportou alta de 33% no lucro líquido e o lucro da Movida avançou 7%, enquanto a Marcopolo e a Pague Menos observaram quedas de 84% e 23% no resultado. Foi aprovado pelo conselho de administração da Totvs o pagamento de R$ 60,6 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP), previsto para 23 de setembro.

EUA

Os índices futuros de Nova York amanheceram em queda no segundo pregão de agosto, em face ao aumento das tensões geopolíticas entre China e Estados Unidos após a visita da presidente da Câmara norte-americana, Nancy Pelosi, à Taiwan. A China considera a ilha parte de seu território — e os EUA defendem o princípio de “autodefesa” de Taiwan.

Na agenda econômica, diante dos riscos de recessão global, os investidores aguardam a divulgação do relatório JOLTS, que fornecerá os dados mais recentes da abertura de vagas de emprego nos EUA, além dos resultados corporativos do segundo trimestre da Caterpillar, BP, Paypal, Airbnb, Uber, Starbucks, AMD e Ferrari. Ontem, o PMI industrial americano apresentou sua leitura mais baixa em dois anos, caindo para 52,2 pontos.

Europa

Acompanhando as bolsas americanas, os principais mercados europeus também caiam pela manhã, apreensivos com o acirramento das tensões globais e com o risco iminente de crise energética no continente. Ontem, o primeiro navio ucraniano a transportar grãos desde a erupção da guerra deixou o porto de Odessa, em direção ao Líbano.

Ásia

Com a visita de Pelosi no radar, as bolsas asiáticas encerraram a sessão desta terça-feira no vermelho, preocupadas com a possível reação chinesa ao evento. A China, que não considera Taiwan um território independente, alertou sobre as sérias consequências de uma possível ameaça contra a soberania do país. Em Xangai e em Hong Kong, as bolsas despencaram 2,26% e 2,36%, respectivamente, enquanto o índice Nikkei, do Japão, recuou 1,42%.

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